• festa flor
  • image1 890x668
  • 17436000 758095021023852 7769251310149509154 o 890x699
  • 13301261 1078540878858257 1116306390521732155 o 890x601
  • 12741895 1013130135399332 3077425798866578772 n
  • 12512441 1016361961742816 5417881844878886170 n

Projetos de Renovação dos Bairros Antigos do Município

Ao abrigo do 3.º Acordo de Colaboração encontram-se concluídos os seguintes Conjuntos Habitacionais:

 

1. Conjunto Habitacional da Quinta Falcão II (1ª fase) - 16 fogos

2. Conjunto Habitacional do Faial - 3 fogos

3. Conjunto Habitacional dos Viveiros III (2ª fase) - 24 fogos

 

Dentro dos projetos de renovação dos bairros antigos do Município homologados pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e/ou a aguardar licenciamento camarário, encontram-se 12 empreendimentos de habitação social, totalizando 445 fogos, situados nas seguintes freguesias:

 

Santo António:

- Conjunto Habitacional da Quinta Falcão II (2ª fase) - 30 fogos

- Conjunto Habitacional da Quinta Falcão II (3ª fase) - 8 fogos

- Conjunto Habitacional da Quinta Falcão II (4ª fase) - 38 fogos

- Conjunto Habitacional da Quinta Falcão II (5ª fase) - 77 fogos

- Conjunto Habitacional da Quinta das Freiras - 71 fogos

- Conjunto Habitacional da Ponte - 23 fogos

- Conjunto Habitacional da Ribeira Grande - 30 fogos (reabilitação)

 

 

 

São Pedro:

- Conjunto Habitacional dos Viveiros III (3ª fase) - 28 fogos

- Conjunto Habitacional das Cruzes II - 7 fogos

 

Imaculado Coração de Maria:

- Conjunto Habitacional da Penha de França - 51 fogos

 

Santa Maria Maior:

- Bairro de Santa Maria Maior - 80 fogos

- Prédio de Santa Maria Maior - 2 fogos

 

Atualmente aprovados e homologados pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) encontram-se os projetos da Quinta Falcão II (2ª e 3ª fase); Viveiros III (3ª fase) e 2 fogos na Zona Histórica de Santa Maria Maior, num total de 68 fogos.

 

Tendo em conta a situação particular destas intervenções e o seu carácter profundamente associado à regeneração urbana, achamos fundamental vários princípios, nomeadamente:

» A criação de um Bairro Social e Ambientalmente Sustentável, que constitua uma referência de integração urbana e social, na cidade e na comunidade;

» A requalificação do tecido urbano, eliminando a imagem negativa associada aos bairros de realojamento;

» A criação de habitação de realojamento e venda para famílias carenciadas com coerência urbana e qualidade construtiva;

» Criar espaços de vivência própria do bairro, legíveis e abertos, com padrões de conforto e segurança associados à auto-monitorização por parte da população residente e inibidores da perceção do medo;

» Potenciar a mobilidade pedonal, com espaços de valências diversas através dos seus percursos, sendo estes ao longo do bairro;

» Proteger o interior do Bairro do tráfego automóvel, disciplinando os acessos viários de forma a contemplar espaços mais aprazíveis no seu interior, com uso e visualização próxima;

»Promover a definição da imagem urbana através da continuidade dos espaços verdes, alinhamentos de rua, criação de corredores verdes;

» Adequação da intervenção às expectativas e necessidades dos moradores;

» Aproveitamento racional da área disponível, dentro dos parâmetros de densidade da massa edificada, maximizando o uso dos recursos disponíveis;

» Aproveitar a estrutura de equipamentos existentes e potenciar a dinamização e relacionamento do bairro com as estruturas envolventes;

» Promover a diversidade tipológica do edificado, de forma a potenciar uma maior diversidade social por um lado, e por outro anular a monotonia visual que poderá comprometer a relação identitária do residente com a sua habitação;

» A criação de espaços públicos qualificados;

» A melhoria da acessibilidade do bairro;

» A melhor integração social da população alvo, no espaço físico proposto;

» Eliminar a imagem negativa associada aos Bairros de Realojamento;

» Atribuir melhores condições de vida, habitabilidade e salubridade ao espaço edificado;

» Contribuir para a noção de pertença aos moradores, através da utilização dos espaços exteriores verdes como hortas, melhorando o controlo dos espaços exteriores.

 

Além destes princípios, é importante referir que cada projeto desenvolve-se em torno das novas exigências regulamentares, essencialmente, das questões relacionadas com a acessibilidade.