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segunda, 15 abril 2019 15:57

Aleste 2019 de regresso à Barreirinha na rota dos melhores festivais alternativos da Europa

O Aleste 2019 foi apresentado esta manhã no Salão Nobre dos Paços do Concelho do Funchal, pelo Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, e pelos responsáveis pela organização do festival, Fábio Remesso e Diogo Freitas, que assinaram igualmente o protocolo que oficializa a colaboração da CMF à realização do evento.

Este ano, o Aleste regressa ao Complexo Balnear da Barreirinha, a 25 de maio, reunindo nomes como Norberto Lobo, Lena D’Água e Selma Uamusse, entre outros. A festa vai, contudo, prolongar-se por três dias, começando com um roteiro de ponchas e concerto no Largo do Socorro, a 24 de maio, e um sunset de encerramento no Castanheiro Boutique Hotel, a 26 de maio.

Nesta que é a 5ª edição do festival, o Presidente Paulo Cafôfo destacou o facto da Autarquia “fazer parte do crescimento desta marca e deste conceito, num festival que nasceu porque acreditámos que o Funchal e a Madeira têm capacidade para acolher eventos que sejam diferenciadores daquilo que nós habitualmente vemos e ouvimos. Ao longo dos últimos anos, temos trazido algumas bandas perfeitamente desconhecidas para o grande público, mas que foram um sucesso, e neste tipo de eventos, a mais-valia é essa fusão entre a descoberta de novos talentos e a presença de nomes mais populares.”

O Presidente não tem dúvidas de que, à boleia do Aleste, “o Funchal faz hoje parte da rota dos excelentes festivais alternativos que existem por essa Europa fora. Digo-o sem presunção e arrogância, à luz de tudo o que já experienciei no festival, e igualmente do cartaz que apresentamos hoje e que nos continua dar essa garantia”, recordando que o Funchal proporciona experiências, “mas continua a ser igualmente um polo criativo, porque além da música e dos concertos, temos vindo a promover sucessivamente residências artísticas, que colocam o Funchal como centro de produção de trabalhos nas diversas expressões, da música, à pintura e ao cinema.”

Paulo Cafôfo congratula-se por essa aposta, porque “além do entretenimento, é fundamental ter produção própria e continuar a criar a nossa identidade, porque identidade não é só aquilo que foi feito há 100 ou 200 anos. É por isso que apoiamos o Aleste, que é muito mais do que um festival, para proporcionar experiências, mas também para ter produção artística mais rica e diversificada.”