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quarta, 11 julho 2018 16:57

Executivo Municipal visitou Expomadeira 2018 e destacou as “Lojas Com História”

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, visitou ontem a edição 2018 da Expomadeira, que decorre no Estádio do Club Sport Marítimo, acompanhado pelo restante Executivo Municipal. A Autarquia decidiu, este ano, inovar no stand que dinamiza no certame e optou por promover o pequeno comércio de rua e as “Lojas com História”, o que foi enaltecido pelo Presidente.

Esta iniciativa promocional vem na sequência da aprovação recente do Regulamento Municipal do Reconhecimento e Proteção das “Lojas com História”, no sentido de identificar, apoiar e preservar as lojas tradicionais da Baixa da cidade, uma vez que estas são um património comum indissociável da identidade do Funchal.

Paulo Cafôfo referiu que, “ao longo dos últimos anos, têm sido várias as medidas do Município no sentido de alavancar o comércio tradicional. As «Lojas com História» assumem, neste capítulo, um natural destaque, uma vez que se tratam de espaços que marcam a identidade da cidade, denotando grande importância turística mas também económica, pois são geradoras de emprego, necessitando de apoio para coexistirem de forma saudável com as grandes superfícies comerciais.”

De entre as várias lojas convidadas pela Autarquia para o evento, aceitaram participar a Fábrica Santo António, a Casa Inglesa, a Loja Gonzalez e a Mercearia do Bento, “espaços que retratam, de forma indiscutível, o típico comércio de proximidade caraterístico do centro do Funchal”. O Presidente referiu, igualmente, que são cerca de 200 os espaços na cidade inventariados que, brevemente, poderão candidatar-se a esta certificação camarária. Estes beneficiarão de uma proteção perante os senhorios, que não poderão exercer sobre eles ações de despejo, ao passo que estes senhorios, de acordo com o mesmo regulamento camarário, beneficiarão de apoios para a reabilitação dos respetivos imóveis e consequente possibilidade de aumento de rendimento.

O Presidente considerou, assim, “que este regulamento, que vem conciliar senhorios e inquilinos, salvaguarda a economia e a cultura da cidade, no pressuposto de que estas lojas preservam quer a identidade local da nossa gente, quer a genuinidade que os turistas procuram quando visitam o Funchal.”