Facebook Youtube Twitter Google + Vimeo Instagram

terça, 12 junho 2018 17:02

CMF instala 17 desfibrilhadores automáticos no concelho e vai dar formação a 250 pessoas

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, apresentou hoje, nos Paços do Concelho, o novo projeto da Autarquia, que consiste na instalação de desfibrilhadores automáticos em diversos edifícios, espaços públicos e escolas do concelho.

O primeiro desfibrilhador foi entregue esta tarde à Escola Secundária Francisco Franco, que foi representada na ocasião pelo respetivo Presidente do Conselho Executivo, António Pires. O Vereador João Pedro Vieira, que tutela a Proteção Civil Municipal, esteve igualmente presente.

Paulo Cafôfo começou por considerar que este é “um programa inovador para o Funchal e vai permitir instalar, numa primeira fase de implementação, 17 desfibrilhadores automáticos externos em edifícios municipais, espaços públicos e estabelecimentos de ensino. Trata-se de um programa que é muito mais do que a mera entrega de equipamentos, porque implicará formação adequada, com a respetiva certificação, para cerca de 250 pessoas.”

Os desfibrilhadores automáticos serão colocados em locais estratégicos um pouco por toda a cidade. É o caso de edifícios e infraestruturas que são da Autarquia, como os próprios Paços do Concelho, o Mercado dos Lavradores, os complexos balneares e os ginásio municipais, e ainda de outros locais turísticos, como o Pico do Arieiro, Pico dos Barcelos, Jardim Botânico, Largo da Fonte e Largo da Restauração.

No caso da Escola Secundária Francisco Franco, “foi a própria escola a requerer este equipamento, vontade a que respondemos prontamente, cabendo-nos, de resto, elogiar essa sensibilidade e empenho, que temos, enquanto Autarquia, procurado estimular na sociedade civil, e envolvendo cada vez as pessoas na sua própria segurança”, referiu o Presidente, aludindo, de seguida, ao trabalho que tem sido feito ao nível das Unidades Locais de Proteção Civil.

Paulo Cafôfo enalteceu, por fim, que “a segurança de proximidade faz todo o sentido e a primeira resposta pode, de facto, salvar vidas. Da parte da Câmara Municipal do Funchal, estamos a fazer aquilo que é necessário, não por uma questão de obrigação, mas sim de fazer aquilo que achamos que é melhor, complementando o que já é feito a nível regional.”