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quarta, 14 março 2018 12:54

Paulo Cafôfo defendeu que a Cultura e o Jornalismo são fundamentais para a Democracia

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, esteve presente ontem na sessão de abertura da 8ª edição do Festival Literário da Madeira, um evento que decorre ao longo de toda a semana no Teatro Municipal Baltazar Dias, com o apoio da Autarquia, que este ano ascende a 30 mil euros.

Paulo Cafôfo começou por enaltecer que “o FLM já é uma referência da cidade do Funchal, justamente numa época em que carecemos de referências, de pessoas que nos inspirem e de eventos que marquem a nossa vida. Não tenho dúvidas de que o FLM é claramente esse tipo de evento com conteúdo e que tem apresentado, ao longo dos anos, dividendos marcantes para a nossa cidade e para a nossa Região, com cartazes de interesse internacional.”

O Presidente lembrou, de seguida, que “a Cultura tem sido uma aposta incontornável do Funchal dos últimos anos, justamente pelo que ela pode trazer no sentido de transformar o nosso pensamento, e porque o atual Executivo acredita que a Cultura pode ser a agitação de que necessitamos para evoluir enquanto sociedade. É por isso que temos apostado muito em eventos como este, num investimento que também tem crescido, porque é fundamental apoiar quem concretiza eventos de qualidade.”

Entre 2014 e 2017, no decurso do primeiro mandato em funções, Paulo Cafôfo referiu que “os apoios culturais atribuídos pelo Município aumentaram 15 vezes, o que traduz a visão de que este é um investimento e não uma despesa, um investimento que tem impacto na vida e no dinamismo da cidade, mas também em termos de turismo e de dinamização da economia local, de acordo com as estratégias que temos desenvolvido a esses níveis.”

O Presidente concluiu que “a Cultura é determinante para ter cidadãos mais conscientes e mais esclarecidos, e pode sempre colocar-nos no centro da discussão, mesmo sendo uma região ultraperiférica”, considerando, ainda, que o jornalismo credível, o tema da edição deste ano do FLM, “é talvez a melhor fórmula para preservar a nossa democracia e a nossa liberdade, que são perecíveis.”