27 Jul 2017
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Monte

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Monte
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Monte is one of the most pleasant places in Madeira. 

With a privileged location over the amphitheatre of Funchal, the parish of Monte, located about 9 Km from the centre and 550 m above sea level, is no doubt one of the must see places in Funchal.

With lush vegetation and amazing views over the amphitheatre and the bay of Funchal, it has always been a preferred place for the visitors of Madeira since the beginning of tourism in the Island.
In the following day, 15th of August, dedicated to Santo de Guarda (Guardian Saint), after the mass, a great number of believers follow the procession, which walks along a great part of the parish.

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The Cult to the Virgin of Monte
NossaSenhora_1p There are several legends about Nossa Senhora do Monte, which survived generations since the beginning of the settlement to the present time.
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The Festival of Nossa Senhora do Monte
festa_monte_280_300 The Romaria de Nossa Senhora do Monte dates from the beginning of the colonization of the island, it is the biggest and most popular Christian festival in Madeira.

The festival begins on the 14th of August in the evening. It is very animated and lively and a great night of fun. Thousands of people come to the centre of the parish where nothing is missing including the traditional 'espetada' beef on the skewer and the regional drinks from the island. Throughout the night there is singing and dancing, both contemporary and traditional rhythms.
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The Hotels of the time
hoteis_monte_280_300 During the last quarter of the 19th century, the Island of Madeira was target of several initiatives in order to create essential infrastructures for tourism, which would develop during the following century.

The natural beauties of the island made it attractive to foreigners. Its exotic atmosphere pleased many artists who allow it to be known abroad. The landscapes, the main monuments, the 'Quinta', culture and traditions are well documented in their pictures, which were widely reprinted. Photography was also established in Madeira very early on and soon became a modern form to document the past and allow people to remember the best moments.
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The manor estates (Quintas)
quintas_monte_280_300 The designation 'Quinta', as a spacious living house surrounded by gardens started to diversify during the 18th century. It was usually a two-storey house, with large bedrooms, corridors, living room, quarters for servants, store-rooms and a place for the animals.

What characterizes 'Quinta Madeirense' is its decorated garden with plants from the island and others from tropical areas, walks among trees and enchanting hiding places with stone benches and water fountains.
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Caminho-de-Ferro do Monte
comboio_monte_280_300 The train from Monte, also known as elevator or lift, was a great contributor to the development of the parish of Monte, which would become the most known Tourist Resort in Madeira.
The Monte Train was planned in 1886 by engineer Raúl Masnier Ponsard, also responsible for the lift in Santa Justa, in Lisbon.

Although the Madeiran people were reluctant to contribute capital for the Monte Railway Company, the first track between Pombal and Levada de Santa Luzia was inaugurated on the 16th of July 1893.
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The New Train in Monte
novo_comboio_280_300 A replica of the old train that connected the centre of Monte and Terreiro da Luta between 1912 and 1943 is now being built.
The 1300 meters line will use funicular like equipment with capacity for 60 people, 43 seated and 17 standing.
The line is expected to be finished before the end of 2006.

According to the approved project, the recovery of the train includes the old station of Largo da Fonte and the new station of Terreiro da Luta. In these two spaces there will be visible marks of an important past in the history of the place, namely, in terms of architecture, similar to the time when the train was operating. Therefore, the decoration of the two stations, the signals and uniform of the employees will follow the same criteria.

The station of the Monte funicular is to be installed in Largo da Fonte, the centre of the parish and will occupy the same building where the old station once existed. This building will be recovered according to its time. It will have a ticket office and a waiting room for passengers able to accommodate 60 people. A new part will be built to host a teahouse and an outdoor coffee shop. The recovery of the old kiosk is also being considered.

The station of Terreiro da Luta will be built according on the one that existed there once; it will include a ticket office, waiting room, coffee shop and shops.
A estação do Terreiro da Luta será feita a partir de uma reconstituição da que existiu, terá uma bilheteira, sala de espera, cafetaria e um espaço comercial.

 
Recuperação do Comboio do Monte Print E-mail

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A ideia do Caminho de Ferro do Monte voltar a funcionar é viável. A opinião foi dada, pelo responsável do Fórum UNESCO do Instituto Piaget, no encerramento do Campo Internacional de trabalho ?Projecto de Inventariação e Classificação do Património? ? Caminho de Ferro e Estação do Pombal, que teve lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal a 14 de Setembro.

Findos os 10 dias de inventariação, análise e caracterização do Caminho de Ferro do Monte e a Estação do Pombal e toda a sua envolvente, feito por estudantes universitários de várias nacionalidades.

Não foram apresentadas quaisquer conclusões ou propostas. Trata-se de uma matéria que deverá ser novamente abordada mas só no próximo ano, onde poderão surgir algumas propostas de recuperação, revitalização e integração urbana.

Refira-se que esta iniciativa contou com o apoio da Câmara Municipal do Funchal e da Secretaria Regional do Turismo e Cultura e coordenação do Fórum UNESCO do Instituto Piaget, em parceria com a Universidade da Madeira.

Fisionomia Actual
estrada_280_300 A rua do Comboio ou o caminho de ferro como ainda hoje é conhecida na memória colectiva funchalense, é uma longa via de comunicação que partindo da zona do Pombal sobe praticamente em linha recta até ao Monte, cruzando-se com vários eixos rodoviários: o cruzamento com a Rua Dr. Ângelo Augusto da Silva, à esquerda e com a Rua Nova Pedro José de Ornelas, à direita de quem sobe, o cruzamento com a Levada de Santa Luzia, o cruzamento do Livramento e o cruzamento do Flamengo. Destes só o primeiro cruzamento, de construção recente, não corresponde às antigas vias de comunicação pedestre que a linha, hoje inexistentes: na Levada, no Livramento e na zona do Flamengo.

Também as casas do tempo do comboio são escassas, sobretudo do cruzamento do Flamengo para baixo onde a pressão da malha urbana de uma cidade em expansão ao longo da montanha, determinou o aparecimento de novas zonas residenciais e de novas vias para servir a partir do antigo caminho de ferro. São os casos da Travessa da Consolação, acima do cruzamento da Levada, à esquerda, e a Rua João Carlos Gomes, à direita, a seguir ao viaduto da cota 200 que passando por cima do caminho de ferro, alterou para sempre a fisionomia daquela zona, a Rua da Paz e a Rua do Salvador.
 

Vestígios do Tempo do Comboio
comboio_antigo_280_300 As três estações correspondentes ao princípio, meio e fim da linha mantêm-se ainda constituindo três etapas fundamentais do percurso do caminho de ferro: a estação do Pombal, a estação do Monte e a Quinta Terreiro da Luta, términus do percurso ferroviário. A área envolvente de cada uma tem características bem distintas. Mas passemos aos vestígios existentes ao longo da linha.

Do tempo do comboio são claramente o fontanário existente na Rua do Pombal datado de 1895 (que não se pode dissociar do facto de nessa rua pararem os característicos carros de bois e o ?americano?, ambos movidos por tracção animal), bem como as duas existentes de cada lado à entrada da rua dos arrependidos. Subindo a via são sobretudo do lado direito que se mantêm algumas casas sobracenceiras à linha, que pelas características arquitectónicas datam do tempo do comboio: uma abaixo do cruzamento com a Rua Nova Pedro José de Ornelas, outra no cruzamento com a Levada de Santa Lúzia onde funcionou o bar ?Pisca Pisca?, e no tempo do comboio funcionava uma mercearia, outra acima da Rua João Carlos Gomes, abaixo do nível da estrada, bem como a propriedade construída na esquina do cruzamento do Livramento cuja parede exterior corresponde ao paredão que delimitava à esquerda a via ferroviária, e mais acima ainda, onde a estrada se alarga ligeiramente, uma pequena casa térrea onde outrora funcionou uma padaria. Era nesta zona que ficava um dos dois desvios que permitiam o trânsito simultâneo de locomotivas. O outro situava-se logo acima da Estação do Monte.

Quando às estruturas de engenharia feitas em função do caminho de ferro, ainda existem todas. Falamos de pontes de viadutos, existe ainda a pequena ponte sobre o ribeiro, por onde passava o comboio, imediatamente abaixo da primeira ligeira curva à direita de quem sobe, hoje dificilmente perceptível, existe a bela ponte sobre os jardins com os seus característicos cinco vãos, existem ainda os viadutos originais por cima da via férrea, um no Livramento e outro acima da estação do Monte, a chamada ponte das Tílias mais acima ainda numa zona hoje coberta de vegetação, existe ainda uma pequena ponte que ligava as duas propriedades do comendador Manuel Gonçalves, antigo director da Companhia.

A densificação da malha urbana desordenada determinou ao longo da antiga linha intervenções dissonantes e mesmo desordenadas sobretudo na parte baixa da linha. Salienta-se que intervenções camarárias recentes, sobretudo entre a Levada de Santa Lúzia e o Pombal, zona especialmente crítica no que respeita o trânsito rodoviário, visam adaptar a via a esse intenso tráfico, prevendo-se essa intervenção ao longo de todo esse primeiro troço.

Fruibilidade
postal_280_300 As características desta via pensada em exclusivo para ligar a faixa funchalense à zona de veraneio do Monte e mais abaixo à zona terapêutica da Quinta de Santana e do Hospital dos Marmeleiros, através de um meio de locomoção mecânico, o chamado comboio do Monte ou elevador do Monte, determinou as características únicas desta via que destoa ostensivamente com as outras vias rodoviárias que sobem as montanhas atrás do Funchal ziguezagueando-as.

Tal fisionomia rectilínea dificulta a subida de automóveis e submeteu desde o momento em que a via foi adaptada para o trânsito automóvel, nos anos 70, primeiro através da característica pavimentação em paralelepípedos e depois nos anos 80 com o asfalto, a um grande esforço mecânico, nomeadamente com piso escorregadio. Esta via cria dificuldades à própria locomoção pedestre, facilitada na descida, mas particularmente dificultosa na subida, consequência de um percurso artificial, ou seja, não pensado em termos de locomoção natural. Não obstante, existia originalmente ao longo da linha férrea, de ambos os lados, um percurso pedestre, com degraus que era usado pelos moradores.

Hoje o percurso pedestre em termos de fruibilidade turística poderá ser eventualmente equacionado no sentido descendente, pois subir o caminho de ferro a pé não só exige um grande esforço bem como se dá as costas à paisagem, nomeadamente a vista larga sobre a baía, um dos grandes atractivos desta original via de comunicação.

Desde logo, o facto de ser uma via construída para o meio de locomoção mecânica determinou quase obrigatoriedade do uso do carro, sendo pouco significativo o número de peões a transitarem ao longo do percurso. O caminho de ferro é servido hoje até à zona do Livramento por um serviço de autocarros que até à abertura da Rua Nova Pedro José de Ornelas e da Rua Ângelo Augusto da Silva, subia a Rua das Dificuldades fazendo o percurso do comboio, substituindo-o como transporte de passageiros. Hoje o autocarro alcança o Caminho de Ferro a Poente pela Rua Dr. Ângelo Augusto da Silva, vindo da Rua do Til, e sobe até ao Livramento passando pelo mesmo percurso abandonando o caminho de ferro na mesma zona onde entrara, voltando agora a nascente pela Rua Nova Pedro José de Ornelas, alcançando a baixa funchalense através da Rua da Pena.

Estação do Pombal
monte_esta2_280_300 A estação do Pombal, no início do caminho de ferro era um recinto fechado quer a sul quer a norte, o que determinou a existência dos Arrependidos, a Poente, que servia para o trânsito pedonal, pois a área da estação servia não só o trânsito de passageiros, mas também para transportar o Indispensável carvão, vindo da Rua do Pombal, para o depósito de carvão demolido em Setembro de 2002, e a Nascente por uma via pedonal logo acima dos terrenos da estação, que liga o caminho de ferro ao caminho do Monte.

A zona da Estação do Pombal está particularmente mutilada, uma vez que da estação original constituída pela cobertura em zinco, pelo depósito de carvão a Poente e mais a baixo pela sala de espera, e a Nascente, pela garagem do material circulante, pelas oficinas das locomotivas e pela sede da companhia, restam só o edifício principal onde funcionavam as bilheteiras e os escritórios da Companhia de Caminho e Ferro do Monte, e as oficinas das locomotivas, acima deste, onde funciona hoje a primeira e a mais antiga das duas oficinas de reparação automóvel. Há ainda o depósito de materiais nas traseiras do edifício sede. Ou seja, da Estação original, existem só as estruturas a Nascente da Linha.

A estrutura da primeira oficina respeita a configuração original, havendo um fosso, estruturas metálicas e de madeira de tempo do comboio. A memória do lugar ainda está bem presente não só pelo facto de haver uma continuidade na actividade mecânica ali exercida, bem como pelo facto de vários estabelecimentos da zona aludirem ao Caminho de Ferro: o Soltrem, a Locomotiva, o Super do Comboio, este acima da Levada. Também na toponímia ficaram registos do comboio como são os casos da Impasse do Comboio, da Travessa do Comboio e da Rua do Comboio.

Estação do Monte
monte_esta_280_300 A zona do Monte tem sido alvo recente de vários projectos de requalificação e valorização do seu potencial ?romântico?, dominada pelo santuário votivo de Nossa Senhora do Monte e caracterizada pela mancha verde e pelas várias quintas aí existentes.

É do Monte, mais propriamente ao lado da porta norte do antigo hotel Belmonte, construído pela Companhia de Caminho de Ferro do Monte, hoje instituição de ensino, que partem os característicos ?carrinhos de cesto? que funcionavam em complemento ao serviço ferroviário. Constituem portanto uma memória indirecta do comboio, uma vez que proporcionavam um transporte alternativo, uma espécie de desporto radical como hoje se diria, até à estação do Pombal, percorrendo uma antiga via, mais antiga que o Caminho de Ferro, paralela a esta: o Caminho do Monte.

Hoje este original meio de transporte vai até ao cruzamento do Livramento, ficando o percurso Funchal-Monte, que perdera já o caminho de ferro, irremediavelmente interrompido. A construção do teleférico, que partindo da zona velha da cidade do Funchal, assegura um meio de transporte cómodo de e para o Monte, não veio esta situação, uma vez que o triângulo Campo Almirante Reis - Monte ? Funchal (via caminho de ferro ou caminho do Monte) não está completo.
 
Estação do Terreiro da Luta
casa_280_300 O último troço da linha, inaugurado em 1912, transportava os viajantes até ao Café Esplanada da Luta, a cerca de 850 metros acima do nível do mar. O percurso acima do Monte tem características distintas dos outros dois, em primeiro lugar por percorrer uma zona não sujeita a pressão urbana e onde, a partir de certa altura, dá a impressão de se abandonar a civilização para penetrar numa zona de floresta onde a densidade arbórea é particularmente intensa. No final deste troço existem ainda duas bocas de água para abastecimento das locomotivas.

Para esta parte do percurso está prevista a reinstalação de linha férrea mediante um meio de transporte eléctrico que levará os visitantes do Monte através da simulação de uma viagem no tempo até à Quinta Terreiro da Luta, que mantém intacta a atmosfera dos anos 20 e apogeu do comboio, e em que funciona uma escola de formação hoteleira e um restaurante de qualidade.

Cronologia

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Caminho-de-Ferro do Monte Print E-mail

The train from Monte, also known as elevator or lift, was a great contributor to the development of the parish of Monte, which would become the most known Tourist Resort in Madeira.

 

Railway of Monte
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The Monte Train was planned in 1886 by engineer Raúl Masnier Ponsard, also responsible for the lift in Santa Justa, in Lisbon.

Although the Madeiran people were reluctant to contribute capital for the Monte Railway Company, the first track between Pombal and Levada de Santa Luzia was inaugurated on the 16th of July 1893.

With a stop at the door of Monte Palace Hotel, the train continued until the stop in Largo da Fonte, which was the end of the line.

Later, the railway line was stretched until Terreiro da Luta with a total extension of 3850 meters.

On the 10 of September 1919 there was an explosion in the boiler of an engine when the train was going up to Monte.

From this accident 4 people died and there were lots of wounded. Because of the accident the trips were suspended during almost a year.

Due to financial difficulties from the company that own the line, the railway was closed in 1943. Soon afterwards, the rails were removed and the remaining material was sold.

 

 

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Accident in the Railway line of Monte, 1919

 

 
The manor estates (Quintas) - OLD Print E-mail

» As Quintas Na Madeira “Quinta” significa, geralmente, uma propriedade tanto no campo como na cidade,  com casa de habitação, de certa dimensão, rodeada de jardins e de árvores. Muitas vezes, estas propriedaes, têm terreno para cultivo, principalmente, com plantas hortícolas, bananeiras e vinha. Segundo um costume, generalizado, as casas são caiadas de branco, amarelo-pálido ou  rosa-velho com tapa-sóis verdes-escuros e cantarias à vista ou caiadas de vermelho-ocre no caso das casas brancas ou amarelas. Nas "Quintas”  encontramos, muito frequentemente, em qualquer ponto estratégico virado para a estrada,  um miradouro ou “Casinha de Prazer” rodeada de pilares de alvenaria pintados de amarelo e vermelho ou rosa e branco, conforme a cor do muro da propriedade. É frequente encontrar, num recanto do jardim, uma pérgola com roseiras e um pequeno poço ou lago rodeado de plantas. Muitas destas “Quintas” têm, nos jardins, os canteiros ladeados por buxo podado. A utilização das quintas como residências foi uma constante no século XIX. De entre as quintas mais importantes destacam-se: - Quinta Palheiro Ferreiro - Quinta do Monte Palace - Quinta Belo Monte - Quinta Vigia - Quinta das Cruzes - Quinta da Palmeira - Quinta Magnólia Hoje muitas destas Quintas foram transformadas em unidades hoteleiras. Mantendo a traça original e os seus jardins, constituem, sem dúvida, uma optima alternativa ao alojamento tradicional, é o caso de: - Quinta do Monte - Quinta das Vistas e Quinta Perestrello Mais informação: http://www.madeiraislands.travel

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The designation ''Quinta'', as a spacious living house surrounded by gardens started to diversify during the 18th century. It was usually a two-storey house, with large bedrooms, corridors, living room, quarters for servants, store-rooms and a place for the animals.

What characterizes ''Quinta Madeirense'' is its decorated garden with plants from the island and others from tropical areas, walks among trees and enchanting hiding places with stone benches and water fountains.

Each ''Quinta'' is unique. Different plants, different gardens, paths and the arrangement of the living quarters.

In the ''Quintas'' besides the large living quarters, there were areas for fruit trees, exotic trees and vegetable gardens.

 

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Normally, the ''Quintas'' of Madeira had a chapel dedicated to the favourite Saint of the owner.

The ''Quinta'' was different from the ''solar'', as the first was a residence of rich people who lived on revenues most of the time and sometimes on trading. While ''solar'' was the residence of rich people who lived in the city, but owned a large house in the same location as their fields, or important people who lived in the town or parish and got their income mainly from agriculture.

The ''Quintas'' from the 18th century occupied larger spaces than the ones built in the 19th century. Generally, the ''Quintas'' were located in the suburbs of Funchal, at the time much more concentrated around the port.
 

 

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By the end of the 18th century, some well off Madeiran people and foreigners began to install their summer houses in the parish of Nossa Senhora do Monte. Thus, the ''Quintas'' in this parish emerge in a variety of forms and later became permanent residence of Madeiran and foreign families, mainly English.


More information: http://www.madeiraislands.travel

 

 
The manor estates (Quintas) Print E-mail
The designation ''Quinta'', as a spacious living house surrounded by gardens started to diversify during the 18th century. It was usually a two-storey house, with large bedrooms, corridors, living room, quarters for servants, store-rooms and a place for the animals.
What characterizes ''Quinta Madeirense'' is its decorated garden with plants from the island and others from tropical areas, walks among trees and enchanting hiding places with stone benches and water fountains.
 
 
Manor estates (Quintas)

 Quintas

 
 
Each ''Quinta'' is unique. Different plants, different gardens, paths and the arrangement of the living quarters.
In the ''Quintas'' besides the large living quarters, there were areas for fruit trees, exotic trees and vegetable gardens.
Normally, the ''Quintas'' of Madeira had a chapel dedicated to the favourite Saint of the owner.
The ''Quinta'' was different from the ''solar'', as the first was a residence of rich people who lived on revenues most of the time and sometimes on trading. While ''solar'' was the residence of rich people who lived in the city, but owned a large house in the same location as their fields, or important people who lived in the town or parish and got their income mainly from agriculture.
The ''Quintas'' from the 18th century occupied larger spaces than the ones built in the 19th century. Generally, the ''Quintas'' were located in the suburbs of Funchal, at the time much more concentrated around the port.
By the end of the 18th century, some well off Madeiran people and foreigners began to install their summer houses in the parish of Nossa Senhora do Monte. Thus, the ''Quintas'' in this parish emerge in a variety of forms and later became permanent residence of Madeiran and foreign families, mainly English.
 
 
 
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