19 Setembro 2017
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Ambiente - Parque Ecológico do Funchal
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Projectos de recuperação da Flora Versão para impressão Enviar por E-mail

 

187,5 HA DE ÁREAS PLANTADAS
 
 
O Parque Ecológico do Funchal é, sem dúvida, uma das grandes apostas da Câmara Municipal do Funchal na Conservação da Natureza.
 
Um dos objectivos primordiais do Parque Ecológico passa por desenvolver projectos de erradicação de espécies exóticas infestantes promovendo a reposição do coberto vegetal primitivo. Assim, desde a sua criação, em 1994, a Câmara Municipal do Funchal dinamiza vários projectos de erradicação de espécies exóticas infestantes, como a acácia e o eucalipto promovendo a reflorestação com espécies indígenas, como o Loureiro, o Vinhático, o Til, o Folhado, a Urze, a Uveira da Serra, o Massaroco, a Faia, entre outras espécies, através de projectos de apoio comunitário e outros de carácter interno do Município do Funchal. Actualmente, o Parque Ecológico conta com cerca de 187,5 hectares de áreas plantadas.
 
De realçar que, desde 1994 já foram plantadas cerca de 204.200 árvores e arbustos da flora indígena. Deste modo, as primeiras plantações iniciaram-se em 1994 na área envolvente à Casa do Barreiro. Em Março de 1996 seguiu-se uma intervenção em cerca de 1 ha, na zona do Pico Alto, junto ao parque de merendas. Ainda em 1996, a área do Chão das Mantas foi libertada do pastoreio favorecendo a plantação de cerca de 1,4 ha.
 
Em Outubro de 2001 iniciou-se a plantação junto ao Pico do Areeiro, com a colaboração de várias instituições. Actualmente, esta área de intervenção conta com 2,6 hectares de espécies indígenas.
 
Todavia, o trabalho de reposição de formações vegetais outrora existentes tem agora novos obstáculos. Neste sentido, torna-se necessário o controle de algumas plantas invasoras, como a giesta e a carqueja.
 
Na verdade, a avaliação de todo o trabalho desenvolvido até à data é um importante instrumento para futuras iniciativas desta natureza. Neste contexto, está a decorrer uma acção de monitorização das áreas plantadas desde 1994 com o objectivo de determinar o sucesso dos projectos de reflorestação e proporcionar indicadores sobre a eficácia das diferentes técnicas utilizadas na erradicação de espécies exóticas infestantes.
 
De referir ainda que, encontra-se em fase de candidatura dois novos projectos para a erradicação de plantas infestantes na área da Ribeira de Santa Luzia, zona com enquadramento paisagístico único, existindo pequenos núcleos de vegetação primitiva.

AJUDAR A FORÇA DA NATUREZA A RECUPERAR O PARQUE ECOLÓGICO DO FUNCHAL

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Parque Ecológico do Funchal após o fogo de 2010!


Com o grande incêndio de 13 de Agosto de 2010, cerca de 700 hectares de floresta e áreas cobertas por comunidades de vegetação arbustiva e herbácea foram carbonizadas, fragilizando o solo e potenciando a proliferação de espécies exóticas.

A recolha de sementes tornou-se uma prioridade, para promover sementeira direta no terreno e para a propagação em viveiro.  Numa iniciativa paralela a Câmara Municipal do Funchal lançou dois projetos preparados antes do fogo com objetivo de erradicar plantas invasoras e florestar, que permitiram responder de forma rápida em duas áreas, uma no vale da Ribeira de Santa Luzia com 28ha e outra constituída por quatro parcelas, entre a Casa do Barreiro e o Pico do Areeiro, com um total de 250ha de área de intervenção.

Em Julho de 2011, o consórcio formado pelas empresas Ambiflora e SilviCorgo iniciou os trabalhos de limpeza do material lenhoso ardido e o controlo de espécies invasoras, e após um ano, os trabalhos de limpeza estão em fase de conclusão, estimando-se que após as primeiras chuvas se possa iniciar a plantação de 277.750 plantas na área dos 250hectares e finalizar com a retancha nos 28hectares do Vale da Ribeira de Santa Luzia. Estas duas intervenções permitiram dar uma imagem mais atrativa das áreas ardidas, removendo o material queimado ou ordená-lo em linhas de altitude.


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Até 2010

Um dos objectivos primordiais do Parque Ecológico passa por desenvolver projectos de erradicação de espécies exóticas infestantes promovendo a reposição do coberto vegetal primitivo. Assim, desde a sua criação, em 1994, a Câmara Municipal do Funchal dinamiza vários projectos de erradicação de espécies exóticas infestantes, como a acácia e o eucalipto promovendo a reflorestação com espécies indígenas, como o Loureiro, o Vinhático, o Til, o Folhado, a Urze, a Uveira da Serra, o Massaroco, a Faia, entre outras espécies, através de projectos de apoio comunitário e outros, com investimento próprio do Município do Funchal. O Parque Ecológico contava com 187,5 hectares de áreas plantadas até 2010.

De realçar que, desde 1994 já foram plantadas cerca de 204.200 árvores e arbustos da flora indígena. As primeiras plantações iniciaram-se em 1994 na área envolvente à Casa do Barreiro. Em Março de 1996 seguiu-se uma intervenção em cerca de 1 ha, na zona do Pico Alto, junto ao parque de merendas. Ainda em 1996, a área do Chão das Mantas foi libertada do pastoreio favorecendo a plantação de cerca de 1,4 ha.

Em Outubro de 2001 iniciou-se a plantação junto ao Pico do Areeiro, com a colaboração de várias instituições numa área de intervenção que abrange 2,6 hectares.

Todavia, o trabalho de reposição de formações vegetais outrora existentes tem agora novos obstáculos. Neste sentido, torna-se necessário o controle de algumas plantas invasoras, como a giesta e a carqueja.

A avaliação de todo o trabalho desenvolvido até à data é um importante instrumento para futuras iniciativas desta natureza. Neste contexto, são promovidas algumas alções de monitorização das áreas plantadas e sobre a eficácia das diferentes técnicas utilizadas na erradicação de espécies exóticas infestantes.

Em 2010, iniciaram-se dois novos projectos de beneficiação florestal.  Um que cobre uma área com cerca de 28 hectares,  onde existiam pequenos núcleos de plantas invasoras, localizados na vertente esquerda do vale da Ribeira de Santa Luzia. Este projeto tem por objetivo a erradicação das plantas invasoras e plantação de espécies autóctones.  O segundo projeto, de maior dimensão, que abrange 250 hectares em quatro zonas entre o Barreiro e o Pico do Areeiro, tem como principais ações a limpeza de matos, erradicação de invasoras e florestação, prevendo-se a plantação de 277.750 plantas até final de 2013.

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